Aplicativo que “muda foto de gênero” já foi acusado de roubar dados de usuários

Famosos e anônimos bombardearam as redes sociais neste sábado e domingo (14) com fotos em que a pessoa aparece no gênero oposto e divertiram seus seguidores durante o final de semana. A transformação é feita pelo aplicativo FaceApp que já foi acusado de roubar dados de seus milhares de usuários.

Há menos de um ano, em julho de 2019, este mesmo app estava no topo da lista dos mais baixados na Google Play Store e na App Store, oferecia ao usuário que ele deixasse o rosto mais velho ou mais jovem e virou uma verdadeira febre. Porém, a segurança com relação aos dados do aplicativo foram colocadas em xeque por conta de dois documentos vagos que não ofereciam muito respaldo aos seus usuários, dando brechas para uso abusivo das fotografias por parte da empresa.

Alguns especialistas em segurança digital avaliaram que a política de privacidade não fornece informações de como realmente os dados do usuário são utilizados pela companhia. O aplicativo admitia que poderia coletar qualquer tipo de informação que ele próprio julgar conveniente, sem especificar quais ou de que forma serão usadas.

No sábado, fotos dos ex-participantes do Big Brother Brasil 20 circularam pelas redes sociais com seus respectivos gêneros trocados e foram até compartilhados por eles próprios. Por este motivo, a transformação ficou entre os assuntos mais comentados do dia no Twitter, o Trending Topics.

Depois, vários outros artistas apareceram mostrando o resultado de suas fotos com os gêneros mudados Maisa Silva, Angélica, Flavia Alessandra, Mumuzinho, Scheila Carvalho, Vitoria Strada, entre outros famosos, mas ainda não há indicativos que provem que o app é seguro.

Fonte: Marie Clare

14 de junho de 2020 - 19:00h

Congresso prorroga CPMI das Fake News por 180 dias

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Deputados e senadores decidiram prorrogar por 180 dias a comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) que investiga a propagação de notícias falsas. O novo prazo passa a contar a partir de 14 de abril, quando termina o primeiro prazo para conclusão dos trabalhos. Para conseguir a prorrogação do prazo, o colegiado precisou de 209 assinaturas de deputados e 34 de senadores.

A CPMI investiga a criação de perfis falsos para influenciar as eleições do ano passado e os ataques cibernéticos contra a democracia e o debate público. De acordo com o presidente da comissão, o senador Ângelo Coronel (PSD-BA), a propagação de informações falsas sobre a pandemia também será alvo de investigação.

“Vamos colocar nossa parte técnica para descobrir quem são os patrocinadores dessas pessoas que utilizam perfis falsos para poder usar as redes socais para depreciar as instituições, depreciar famílias, atentar contra a vida e agora estão atentando com falsas informações a respeito do coronavírus. Nós temos que banir, das redes sociais, os marginais digitais e também punir os seus financiadores”, disse o senador, em declaração divulgada pela Agência Senado.

Parlamentares da base do governo tentaram esvaziar a comissão e impedir sua prorrogação.

Em virtude do isolamento social provocado pela epidemia do novo coronavírus, as atividades presenciais da comissão estão interrompidas. Não há previsão para sua retomada.

Fonte: Agência Brasil

3 de abril de 2020 - 16:11h

Saiba o que são pagamentos por QR code e cashback

Entrevista Mirian Belchior,ministra

Com o desenvolvimento de tecnologias da informação e comunicação (TIC), novas opções de pagamentos e transações financeiras também surgiram. Elas impulsionaram compras e circulação de dinheiro com cartões e transferências pela Internet, mas agora avançaram para novos recursos com a disseminação da conexão móvel e dos smartphones.

Uma das novas ferramentas é o uso do chamado QR code. O código é organizado de forma gráfica bidimensional em formato quadrado ou retangular. Os elementos gráficos trazem informações que podem ser decodificadas por um aparelho, como um smartphone, desde que possua essa funcionalidade.

O recurso é disponibilizado em alguns modelos de telefones. Caso ele não venha pré-instalado, é possível baixar aplicativos em lojas como a Apple Store, a Play Store, a Samsung Store, entre outras. Há diversas opções, inclusive gratuitas.

Um exemplo, no Brasil, é o PagSeguro, por meio do aplicativo PagBank. Pela função “aponte e pag” o usuário pode realizar o pagamento desde que o fornecedor do bem ou serviço também possua o código em QR code para efetivar a transação. O Picpay é outra alternativa que vem crescendo no país.

A maioria dos bancos brasileiros já oferece esse serviço. O Banco do Brasil traz a funcionalidade como um recurso de seu aplicativo. Além de pagar, também é possível receber recursos utilizando o QR Code. A instituição anuncia entre as vantagens da modalidade a ausência de taxação e a possibilidade de transações a qualquer momento.

O banco Itaú também lançou serviço semelhante, chamado Iti. Ele funciona de forma semelhante ao PagBank. A instituição informa no material de divulgação do serviço que ele pode ser usado inclusive por pessoas sem conta no banco. O Bradesco também permite o uso do recurso, associado a um cartão da instituição. Para operar esse tipo de pagamento, é preciso utilizar o aplicativo “Bradesco cartões”.

E de onde vem o dinheiro? Neste e em outros aplicativos é preciso transferir recursos que possam ser utilizados nos pagamentos e transações. Em geral é possível fazer o repasse por meio de uma transferência bancária ou até mesmo boletos.

Cashback
Outra novidade entre os serviços de pagamento digital vem sendo chamado de cashback, ou dinheiro de volta, em tradução livre. Diversos bancos e empresas passaram a oferecer o recurso, que devolve ao cliente uma parte do dinheiro quando este realiza uma compra.

O recurso é disponibilizado por aplicativos de carteira digital, como o Picpay. Há também serviços específicos para esse tipo de ferramenta, como Meliuz, Cashola, Beblue, In Mais e Mycashback. Elas funcionam como um “clube de vantagens”, no qual empresas cadastradas oferecem descontos diferentes para compras.

Alguns sites têm foco em estabelecimentos físicos, enquanto outros firmam parcerias apenas com lojas online. Em parte dos serviços, o usuário instala uma extensão em seu navegador e quando estiver em uma loja virtual pode ser avisado das possibilidades de desconto disponíveis. Há também mecanismos de retorno em forma de crédito para compras futuras. Algumas opções também oferecem cupons de desconto.

Contudo, é sempre importante, como em qualquer serviço, consultar quem já o utilizou, o que pode ser feito por meio de comentários em sites de reclamações na Internet.

Fonte: Agora RN

9 de março de 2020 - 12:18h

Justiça do RJ manda retirar Especial do Porta dos Fundos da Netflix

A Justiça do Rio de Janeiro, por meio de decisão do desembargador Benedicto Abicair, determinou que a Netflix e a produtora Porta dos Fundos, retirem do ar o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”.

O especial entrou no ar em dezembro e desde então é motivo de diversas polêmicas e pedidos na Justiça por parte de líderes e alguns grupos religiosos. O pleito em questão havia sido negado na primeira instância, mas foi acatado por Abicair.

Esta medida atende o pedido feito pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura. Em seu voto, o desembargador redigiu: “Por todo o exposto, se me aparenta, portanto, mais adequado e benéfico, não só para a comunidade cristã, mas para a sociedade brasileira, majoritariamente cristã, até que se julgue o mérito do agravo, recorrer-se à cautela, para acalmar ânimos, pelo que concedo liminar na forma requerida”.

Fonte: Agora RN

9 de janeiro de 2020 - 9:05h

Google revela os assuntos mais buscados no Brasil em 2019

O Google revelou, nesta quarta-feira (11), quais foram os assuntos mais buscados no Brasil em 2019. O ranking mostra os temas que estiveram em alta este ano. A categoria Tecnologia foi dominada pelos celulares, com destaque para o iPhone 11 e o Moto G7, mas alguns aplicativos que bombaram no decorrer do ano também apareceram na lista. Para chegar ao resultado, o buscador calcula o aumento do volume de pesquisas deste ano em comparação com 2018.

O ranking ainda revelou outras pesquisas feitas pelos brasileiros no Google no decorrer do ano. A Copa América, campeonato de futebol que aconteceu este ano aqui no país, foi o assunto mais buscado no site. Já as dúvidas mais comuns entre os usuários foram “O que é libido?”, “Por que o WhatsApp parou de funcionar hoje?” e “Como fazer a inscrição para o ENEM 2019”. No universo do entretenimento, o filme “Vingadores: Ultimato”, o reality show “BBB 19” e a série “Game of Thrones” foram os que mais bombaram.

Fonte: Tech Tudo

12 de dezembro de 2019 - 9:42h