Ano bissexto: nascimento no dia 29 exige registro na data certa

Independente de ser um ano bom ou ruim, 2020 vai demorar mais a passar. O ano é bissexto, tem 366 dias, o dia 29 de fevereiro a mais, excepcionalmente. Um fenômeno que ocorre, de quatro em quatro anos, pela quingentésima quarta (504ª) vez na Era Cristã, mas ainda provoca curiosidade, causa brincadeiras e vira pauta de matéria.

O ano bissexto foi criado pelos romanos na época do imperador Júlio César para adequar o calendário ao tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol. A translação (volta ao redor do Sol) não é feita em exatos 365 dias, mas sim em 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 46 segundos. Essa fração de tempo é arredondada para seis horas e é compensada no ano bissexto, já que seis horas, em quatro anos, são 24 horas, ou seja, mais um dia.

“Um dia a mais é uma compensação humana para as exigências da natureza, relativa ao movimento de translação da Terra que produz as estações do ano. Convencionou-se o acréscimo de um dia ao mês de fevereiro, sendo o 29º dia, auge do inverno no Hemisfério Norte e do verão no Hemisfério Sul”, explica a jornalista e astróloga Aline Macari que mantém site na internet [http://www.aastrologa.com.br/] para falar de signos, mitologias e até analise junguiana.

Segundo ela, a década que se inicia com a repetição de dois números (2020) num ano bissexto aumenta a mística e torna o ano “ainda mais exótico”, mas não merece predições negativas. “O ano contendo 366 dias pode ser, para alguns, sinal de mau agouro, por terminar em 66, faltando apenas mais um 6 para que se tenha o número da chamada besta: 666. Uma tolice sem tamanho que não corresponde nem à realidade ao nosso redor, nem à realidade psíquica profunda, a não ser que queiramos reviver as nossas mais obscuras e inúteis superstições”, critica.

Fonte: Agora RN

6 de janeiro de 2020 - 10:12h

RN tem maior expectativa de vida das regiões Norte e Nordeste

28-11-19- Natal – Taxa de Expectativa de Vida ftoto/adriano abreu/h/selecionadas

A expectativa de vida ao nascer no Rio Grande do Norte é a maior do Norte-Nordeste: 76,2, uma taxa próxima à média nacional, que foi de 76,3 anos em 2018. No Estado, os homens tinham a taxa de 72,2 anos e as mulheres 80,2 anos. Os números são da Tábua de Mortalidade de 2018, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Especialistas acompanham o aumento da longevidade atrelado à preocupação com a qualidade de vida.

Com relação ao ano passado, o Estado registra um crescimento de três meses na expectativa de vida. De acordo com o chefe da unidade estadual do IBGE-RN, Damião Ernane, o Rio Grande do Norte “acompanha toda essa melhoria nos índices da expectativa de vida. Os estados como um todo acompanham a média Brasil. Em linhas gerais você tem essa melhoria bastante ampliada”, aponta.

“Por ser um Estado pequeno, litoral amplo, pequenas distâncias, as pessoas têm um nível de qualidade melhor, mas isso, em linhas gerais, o IBGE não fez nenhum tipo de pesquisa em relação a especificamente isso. O que a gente tem é que o Estado segue essa tendência de melhoria que ocorreu, da década de 80 para cá, mais especificamente nos últimos 20 anos com a expansão de políticas públicas, seja na área de saúde pública, educação e assistência social”, elenca Ernane.

Já para a geriatra Vanessa Giffoni de Medeiros, especialista em Fisiologia do Exercício Resistido no Envelhecimento e professora da UFRN, uma série de fatores se une para explicar essa taxa de crescimento na expectativa de vida. Entretanto, ela analisa que o importante é “envelhecer bem”, isto é, com a população idosa aumentando de idade e levando a independência e autonomia junto consigo.

“Muitas pessoas que chegam nessa expectativa de vida, hoje, chegam com limitação. Dependendo de filho, de marido, de cuidador. Porque: a medicina conseguiu controlar eventos adversos, como morte por infarto, por câncer, mas essas pessoas envelheceram com doença. E aí naturalmente envelheceram com essas limitações”, aponta.

Fonte: Tribuna do Norte

29 de novembro de 2019 - 9:33h

Homem é levado amarrado para a polícia após gastar dinheiro da mulher no bar

Em Martinópole, no Ceará, um homem acabou sendo amarrado pelos enteados e levado para a polícia após gastar com bebida alcoólica o dinheiro que a companheira, de 80 anos, lhe havia dado para comprar um botijão de gás.

Martinópole, com pouco mais de 10 mil habitantes, fica a 300 quilômetros da capital Fortaleza. O caso aconteceu na madrugada de 4 de novembro. O homem saiu de casa e só voltou para casa no outro dia. Sem o dinheiro, nem o gás!

Quando ele retornou, de mãos vazias, a octogenária pediu o fim do relacionamento. Exigiu, ainda, que o homem saísse da casa.

Indignado, ele decidiu ir para o bar. Por lá, acabou encontrando os filhos da mulher, que, para ter uma garantia de que ele não retornaria à casa, o amarraram e carregaram para o Destacamento da Polícia Militar de Martinópole.

De acordo com nota da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará nenhum outro incidente foi relatado. “Não foi repassada nenhuma denúncia de má conduta oriunda do homem conduzido pelos populares. Por isso, não houve registro criminal do fato.”

Fonte: Agora RN

18 de novembro de 2019 - 8:25h