RN registra preço máximo do etanol na última semana, diz ANP

Foto: Adriano Abreu

O Rio Grande do Norte foi um dos dois estados que registrou preço máximo do etanol até sábado (1º) da última semana. É o que apontam dados levantados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor registrado, segundo a ANP, foi de R$ 5,49 e também foi encontrado em postos do Rio Grande do Sul. A nível nacional, o preço médio do etanol recuou 1,75% na última semana em relação à anterior, de R$ 3,43 para R$ 3,37 o litro.

A nível nacional, os preços subiram no Paraná, Goiás e Espírito Santo e ficaram estáveis apenas no estado de Roraima. Já em outros 21 estados e no Distrito Federal, os preços médios do etanol hidratado registraram queda. Não houve levantamento no Amapá.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,67 o litro, em Mato Grosso, e o menor preço médio estadual, de R$ 2,81, também foi registrado em Mato Grosso. O maior preço médio estadual, de R$ 5,35, foi observado no Amapá.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País caiu 29,79%. O Estado com maior queda no período foi Mato Grosso com 41,58% de desvalorização. Além disso, o etanol continua com pouca competitividade em relação à gasolina na maior parte dos Estados do País. O Estado em que o biocombustível é mais competitivo é Mato Grosso (58,66%), seguido de Goiás (67,55%), de São Paulo (68,30%) e Paraíba (69,26%).

Tribuna do Norte

4 de outubro de 2022 - 11:52h

Na 11ª semana seguida de queda, preço médio da gasolina cai 2,5%

FOTO: ALEX RÉGIS/ TRIBUNA DO NORTE

O preço médio da gasolina comum nas bombas caiu mais 2,5% na última semana, informou nesta segunda-feira (12) a Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP). O levantamento oficial da Agência diz respeito ao período entre os dias 4 e 10 de setembro, quando o preço médio nacional do combustível ficou em R$ 5,04 por litro, ante R$ 5,17 aferido na semana anterior.

Trata-se da 11ª semana seguida de queda no preço do combustível ao consumidor desde o pico histórico de R$ 7,39, registrado na penúltima semana de junho. Desde então, no acumulado de dois meses e meio, o preço da gasolina já caiu 31,8% nos postos.

A trajetória de queda começou em 24 de junho, quando o governo federal sancionou a lei que limitou o ICMS incidente sobre combustíveis a 17% em todo o país. A medida surtiu efeito quase imediato no preço aos consumidores. Em seguida, nos meses de julho, agosto e setembro, os preços seguem caindo em função das quatro reduções seguidas nos preços praticados pela Petrobras em suas refinarias.

A queda mais recente nas bombas se deve justamente ao último reajuste da Petrobras, que reduziu em 7% o preço aos distribuidores a partir de 2 de setembro, o que já se refletiu nas bombas. A uma média de R$ 5,04 por litro em todo o país, a gasolina voltou a patamares vistos em fevereiro de 2021. Então, o litro variou entre R$ 4,76 no início daquele mês e R$ 5,17 ao fim.

A redução de impostos sobre combustíveis e a pressão do governo para a Petrobras diminuir os preços praticados nas refinarias se devem aos esforços do governo em dar uma resposta ao eleitorado e conter a inflação perto das eleições.

Esse processo tem sido facilitado pelo recuo das cotações internacionais do barril de petróleo e seus derivados. Na semana passada, o barril do Brent chegou a fechar abaixo dos US$ 90, devido aos temores de queda na demanda chinesa, o que se refletiu nos preços dos derivados e reforçou a janela de reajustes para baixo da Petrobras.

Conforme noticiou o Broadcast/Estadão na semana passada, executivos da estatal veem espaços para mais reduções nos preços da gasolina, mas nem tanto no caso do diesel, cujos preços seguem sob forte volatilidade no mercado internacional.

Tribuna do Norte

13 de setembro de 2022 - 13:08h

Petrobras baixa preço da gasolina pela 3ª vez em menos de um mês

Edilson Dantas / Agência O Globo

A Petrobras voltou a reduzir o preço da gasolina para as distribuidoras. É o terceiro corte em menos de um mês. Desta vez, a redução – que vale a partir desta terça-feira – será de R$ 0,18 por litro ou 4,85%. Hoje, o preço do petróleo cai com força após divulgação de dados fracos da economia chinesa.

O preço da gasolina vai cair de R$ 3,71 para R$ 3,53 por litro na refinarias. Para o consumidor, a queda não será na mesma magnitude, pois o preço final na bomba é composto de outros fatores, como impostos e lucro das distribuidoras.

A queda reforça o resultado negativo que analistas preveem para o IPCA – que mede a inflação oficial do país – de agosto. No mês passado, a gasolina foi um dos principais fatores que puxaram o índice para baixo.

O barril do petróleo tipo Brent, referência no mercado internacional, era cotado a US$ 93, 98 por volta de 12h40, queda de 4,25%, considerando a entrega para outubro. A cotação recua após os dados sobre a economia da China virem abaixo do esperado, o que levou o país a cortar sua taxa de juros, para estimular a atividade econômica.

O Globo

15 de agosto de 2022 - 14:49h

Venda de gasolina cresce 10,8% no 1º semestre, diz ANP

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

As vendas de gasolina no Brasil pelas distribuidoras totalizaram 19,7 bilhões de litros no primeiro semestre deste ano, representando uma alta de 10,8% em relação ao mesmo período de 2021, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (20) pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Já as vendas de etanol hidratado recuaram 13,9% no semestre, em relação a janeiro a junho de 2021, totalizando 7,9 bilhões de litros no mercado interno. O diesel, considerando-se a soma do S10 e do S500, registrou alta de 2,74% nas vendas, com 30,5 bilhões de litros.

Considerando todos os combustíveis, as vendas de distribuidoras somaram 59 bilhões de litros no Brasil durante o primeiro semestre, o que representou um aumento de 1,77% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O aquecimento do consumo coincide com a sequência de aumentos no preço dos combustíveis. O último reajuste dos preços da gasolina feito pela Petrobras foi realizado em 18 de junho, com aumento de 5,18%.

Mas, nesta quarta-feira (20), o preço da gasolina foi reduzido em R$ 0,20 nas refinarias às distribuidoras. O valor do litro passou de R$ 4,06 para R$ 3,86, uma queda de 4,9%. Foi a primeira redução feita pela Petrobras desde dezembro do ano passado. Com isso, o valor retoma o patamar médio de preços das refinarias que era praticado em maio e junho.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba.

Para o consumidor, a queda no preço não é imediata nos postos de combustíveis. Na última semana, o valor médio cobrado pelo litro da gasolina era de R$ 6,07, de acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o que corresponde a uma queda de R$ 1,32 (-17,9%) no intervalo de um mês.

Nos últimos dois anos, o valor médio da gasolina nos postos de combustíveis chegou a variar 45%. O aumento foi resultado da política de paridade internacional da Petrobras e dos impactos que a pandemia e a guerra na Ucrânia trouxeram ao mercado de commodities.

A inflação e os preços dos combustíveis pressionaram o governo federal em ano eleitoral. Na tentativa de abaixar os preços, algumas medidas foram adotadas. Além de zerar os impostos federais, o ICMS (tributo estadual) passou a ser limitado a 18%. Lei sancionada no dia 23 de junho fixou um teto para a cobrança do imposto sobre combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e transporte urbano. Antes, cada ente federativo tinha autonomia para determinar a taxa sobre o combustível.

R7

21 de julho de 2022 - 8:08h

Petrobras espera que queda de preço chegue aos postos

A Petrobras informou que, com uma nova redução de 15% a partir desta quarta-feira (25), o preço médio da gasolina nas refinarias passa a ser R$ 1,14 por litro. Este é o menor preço cobrado pela companhia desde 31 de outubro de 2011.

“A Petrobras espera que este movimento nos preços se reflita, no curto prazo, na redução do preço final cobrado ao consumidor”, diz nota divulgada pela empresa.

No acumulado do ano, a redução do preço da gasolina é de cerca de 40%.

De acordo com pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 15 e 21 de março, o preço médio ao consumidor no país para a gasolina era de R$ 4,486 por litro.

Repasse ao consumidor
O repasse de ajustes dos combustíveis nas refinarias para o consumidor final nos postos não é imediato e depende de diversos fatores, como consumo de estoques, impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.

Postos de combustíveis pelo país já sentem queda importante na demanda, em meio a medidas de isolamento social praticadas por autoridades e sociedade em geral para evitar a proliferação do novo coronavírus.

No caso do preço do diesel, a petroleira não realizou ajuste nesta quarta-feira. Mas o combustível fóssil vendido pela companhia acumula recuo de aproximadamente 30% neste ano até o momento.

Fonte: Agência Brasil

25 de março de 2020 - 15:53h

Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel para distribuidoras

A Petrobras confirmou hoje (23) que vai reduzir em 1,5% o preço da gasolina e em 4,1% o preço do litro do diesel para as distribuidoras a partir desta sexta-feira (24). O último reajuste promovido pela empresa havia sido uma redução de 3% nos valores dos dois combustíveis no dia 14 deste mês.

Os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que os dos importadores, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos, entre os quais a volatilidade do câmbio e dos preços.

A gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos ofertados nos postos de combustíveis. São os combustíveis tipo “A”, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel e também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo “A” misturados a biocombustíveis.

O preço de venda às distribuidoras não é o único determinante do preço final ao consumidor. Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final, que incorpora tributos e repasses dos demais agentes do setor de comercialização: distribuidores, revendedores e produtores de biocombustíveis, entre outros.

Fonte: Agência Brasil

24 de janeiro de 2020 - 8:53h

Gás veicular passará a ser comercializado em quilograma, em 2020

O padrão de comercialização do gás natural veicular (GNV), em todo o país, vai mudar do atual metro cúbico (m³), para massa, isto é, será vendido em quilograma.

Com o objetivo de receber sugestões e contribuições da sociedade para a proposta que vai regulamentar a mudança, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) abriu, na última segunda-feira (16), consulta pública. As contribuições podem ser enviadas até o dia 13 de fevereiro, no site do Inmetro.

Falando hoje (18) à Agência Brasil, o chefe da Divisão de Supervisão em Metrologia Legal do Inmetro, Maurício Condessa, disse que a mudança no padrão de medição baseia-se em estudo de técnicos do próprio órgão. “A mudança é crucial e tem que acontecer. É importante para trazer para a sociedade uma melhor qualidade nesse controle e mais segurança na medição”.

Condessa esclareceu que a mudança está alinhada com padrões da Organização Internacional de Metrologia Legal e deverá ocorrer no primeiro semestre de 2020, com prazo de adaptação de dois anos para que revendedores e distribuidoras de combustíveis façam os ajustes necessários em seus instrumentos. “O investimento é do mercado”, destacou. Não haverá mudança no kit para o consumidor.

Fonte: Blog do BG

19 de dezembro de 2019 - 7:45h