Especialistas alertam sobre sintomas menos comuns da covid-19

Com a evolução da pandemia do novo coronavírus (covid-19), autoridades de saúde chamam atenção para os sintomas da doença, especialmente os mais comuns. Mas outras manifestações também podem ser um indicativo da doença e devem ser motivo de alerta.

Em sua página especial com informações sobre o novo coronavírus, o Ministério da Saúde lista os sintomas da doença gerada pelo vírus: tosse, febre, coriza, dor de garganta e dificuldades respiratórias.

Mas pesquisas revelaram outros sinais. Entre eles a perda de olfato e de paladar. Segundo o presidente do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF), Farid Buitrago, essas manifestações ocorrem em entre 20% e 30% dos casos que apresentam sintomas.

“Este sintomas não são muito comuns, mas quando acontece a pessoa deve ficar atenta porque pode ser uma das manifestações do coronavírus. Associado a isso, se tiver febre, tosse e dor de garganta já fecha o diagnóstico”, alerta o médico.

Ele conta que a atenção a esses sintomas é um indicativo importante para o novo coronavírus porque são raras as condições que provocam essas alterações. “Eventualmente alguma doença pode causar isso, como tumores. Gripes comuns podem causar estes sintomas, mas é menos comum”, comenta o presidente do CRM-DF.

Caso a pessoa verifique estes sintomas, a orientação é a mesma para os demais: procurar uma unidade de saúde na atenção básica, os chamados postos de saúde. Nestes locais os profissionais encaminham a testagem e, em situações mais graves, para um atendimento em unidades de pronto atendimento ou hospitais.

Outros sintomas
O médico Farid Buitrago destaca que há outros sintomas, ainda menos comuns. Entre eles conjuntivite, náuseas e alterações gastro-intestinais, como dor de estômago e diarreia. Para conjuntivite, estudos mostraram a ocorrência em cerca de 10% dos casos.

“Tem outro que também se fala muito pouco que são alterações da pele. A Sociedade Espanhola de Dermatologia elaborou atlas para mostrar lesões na pele para pacientes de coronavírus. Desde manchas vermelhas até que parecem como queimaduras de fogo ou de gelo. Essas marcas estão presentes nos pés e mãos, em pessoas jovens”, relata o presidente do CRM-DF.

Fonte: Agência Brasil

20 de maio de 2020 - 6:52h

Um em cada três potiguares recebe auxílio emergencial de R$ 600, aponta governo

Um em cada três potiguares recebeu os R$ 600 do auxílio emergencial em abril, segundo dados do Ministério da Cidadania. O contingente de 1 milhão de potiguares beneficiados com o recurso representa 28,8% de toda a população do Rio Grande do Norte.

Segundo balanço preliminar do Ministério da Cidadania, depois de solicitação feita agência de dados Fiquem Sabendo, o Brasil tem 50,230 milhões de beneficiários do auxílio emergencial. As informações são de pessoas que consideradas elegíveis ao programa entre o período de 6 a 22 de abril.

A parcela de 28,8% dos potiguares beneficiados com os recursos do auxílio emergencial – a partir da estimativa de 3,5 milhões de habitantes no estado feita em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – evidencia que a crise gerada pelo novo coronavírus reduziu a renda do trabalhador.

Isso é explicado pela divisão dos beneficiados com o recurso em todo o Estado. Do total de pessoas com direito aos R$600, 522 mil delas recebem o auxílio através do programa Bolsa Família, outras 221 mil estão incluídas no Cadastro Único do Governo Federal e ainda há 266 mil pessoas se adequam aos critérios de não terem emprego ou são trabalhadores informais, autônomos ou microempreendedores individuais (MEIs).

No Rio Grande do Norte, a cidade com o maior número de participantes é Natal, com um total de 190.027 beneficiados. O número representa 21% da população de toda a capital potiguar. A cidade potiguar com o menor número de beneficiados é Ipueira. O município da região do Seridó tem 691 beneficiários. No entanto, os dados do Ministério não trazem o valor total depositado nas contas bancárias dos beneficiários registrados norte-rio-grandenses.

O pagamento da 2ª parcela do auxílio emergencial de R$ 600 começou a ser pago nesta segunda-feira (18). Quem tem Bolsa Família vai receber primeiro. Quem tem conta poupança social digital aberta pela Caixa vai ter o dinheiro depositado na próxima quarta-feira, dia 20, mas só vai poder sacar o dinheiro a partir do dia 30.

Os demais informais que vão receber o benefício também só poderão fazer saques a partir do dia 30. Os saques poderão ser feitos nas agências da Caixa ou em lotéricas. Não há data prevista para a terceira parcela.

Fonte: Agora RN

20 de maio de 2020 - 6:47h

Demissões já afetam 13% das famílias e 40% das empresas

As demissões, suspensões de contratos ou cortes de jornada e de remuneração, entre outras medidas adotadas no mercado de trabalho, já afetaram 53,5% das famílias brasileiras.

Entre elas, as mais pobres, com rendimentos até R$ 2.100, foram as mais atingidas pelo encerramento definitivo de contratos, fato que afligiu uma em cada cinco dessas famílias.

Na média de todas as faixas de remuneração, quase 13% dos lares já tiveram ao menos um dos membros demitido.

Entre as empresas, cerca de 45% das que operam nos serviços e na construção, setores com mão de obra intensiva e geralmente de menor qualificação, já cortaram pessoal.

No comércio, mais de um terço do total foi pelo mesmo caminho; na indústria, uma em cada quatro também. Na média desses quatro setores, quase 40% já demitiram.

O primeiro grande retrato dos efeitos da epidemia da Covid-19 que emerge de pesquisa entre 2.528 empresas e 1.300 consumidores revela uma parada abrupta na economia, além de uma expectativa bastante reduzida de que a atividade volte ao normal tão cedo.

Realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre FGV), o levantamento foi a campo entre os dias 2 e 13 e constitui uma prévia de pesquisa com um universo ainda maior a ser divulgada no final do mês.

Segundo a pesquisa, são raros os segmentos ainda não afetados pelas medidas de distanciamento social. A grande exceção são os supermercados.

Na contramão, o tombo nas áreas de vestuário, alojamento e alimentação (sobretudo restaurantes) é impressionante.

Entre os consumidores, a grande maioria, mesmo os de maior renda, cortou o consumo de bens e serviços ao estritamente essencial, e quase a metade se vê impedida de trabalhar por conta das medidas de isolamento social.

A redução na atividade, a incerteza sobre a duração da epidemia e a queda prolongada do consumo de bens duráveis e de serviços não essenciais fazem com que cerca de 40% das empresas entrevistadas esperem uma volta à normalidade somente no final do ano ou ao longo de 2021.

Segundo Viviane Seda Bittencourt, economista do Ibre FGV, uma preocupação quanto a esse ponto é que as medidas de redução salarial e de jornada garantem aos afetados estabilidade no emprego somente durante um período futuro igual aquele em que o mecanismo esteve em vigor.

Caso não haja recuperação econômica após o fim do prazo de estabilidade previsto para o trabalhador, os empregadores poderão acabar demitindo com mais força.

A pesquisa mostra que o setor de serviços tem sido, proporcionalmente, o mais afetado pela crise, o que é preocupante pelo fato de a área representar cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) e dos empregos existentes no país.

Outra sondagem do Ibre FGV mostra que a expectativa dos agentes econômicos em relação ao futuro caiu ao menor patamar da série, iniciada em junho de 2008.

Agora em 39,7 pontos, antes o menor nível registrado pelo indicador havia sido de 62 pontos, em setembro de 2015. No começo de 2020, ele estava perto dos 90 pontos.

O economista Rodolpho Tobler afirma que o indicador já apontava tendência de piora antes mesmo da epidemia.

Um terceiro termômetro do Ibre FGV, sobre níveis de incerteza na política e na econômica, mostra o Brasil no topo de uma lista de 21 países.

Segundo a pesquisadora Anna Carolina Gouveia, o levantamento já havia atingido níveis extremamente elevados antes da chegada do coronavírus, refletindo as incertezas políticas e as dificuldades econômicas e fiscais do país.

“Isso tudo foi agravado agora pela percepção de que não há uma resposta coordenada do governo no enfrentamento dessa pandemia”, afirma.

Fonte: Blog do BG

20 de maio de 2020 - 6:45h

Senadores aprovam adiamento do Enem

Para pressionar o governo Jair Bolsonaro e o MEC (Ministério da Educação), os senadores aprovaram um projeto de lei que determina o adiamento das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em razão da pandemia do coronavírus.

O texto, de autoria da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), recebeu nesta terça-feira (19) o aval de 75 senadores. O único voto contrário foi o de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Agora, a proposta será encaminhada à Câmara. Se houver alterações, o projeto volta ao Senado antes de ir à sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O Senado aprovou o texto poucas horas depois de o ministro Abraham Weintraub (Educação) anunciar, em redes sociais, a realização de uma consulta pública para ouvir estudantes sobre um possível adiamento.

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) avaliou ainda nesta terça novas datas para a realização do Enem. O governo já considera adiar a prova para dezembro ou janeiro. Essas novas datas já estariam contempladas na consulta, prevista para junho.

Fonte: Blog do BG

20 de maio de 2020 - 6:43h

Governo do RN prorroga isolamento social até o dia 4 de junho no mesmo formato

O Governo do Rio Grande do Norte prorrogou as medidas de distanciamento social para o combate ao coronavírus até o dia 4 de junho. Segundo o secretário de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, o decreto mantém as mesmas medidas em vigor e não tem maiores alterações. Apesar da pressão que surgiu sobre o governo para instaurar o isolamento social total, o ‘lockdown’, o Estado seguiu o entendimento do Comitê Técnico da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap/RN) de que ainda há espaço para aumentar o isolamento social dentro das regras atuais.

O Comitê Técnico é formado por representantes da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN) além de pesquisadores e médicos infectologistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Juntos, eles enviaram uma recomendação ao governo estadual nesta terça-feira, 19, que não inclui o decreto de isolamento social total (lockdown). A informação foi confirmada pela médica infectologista Marise Reis, participante do grupo. O entendimento é que essa medida é um último recurso a ser decretado por ser mais radical, depois de esgotada todas as outras possibilidade de mitigação do contágio do novo coronavírus.

“O posicionamento da governadora segue sempre a avaliação das medidas de restrição analisadas pelo Comitê Científico, e no momento a avaliação do comitê científico é que ainda não é o caso de lockdown. Isso está em permanente monitoramento e pode ser sim uma medida tomada mais na frente”, afirmou o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, à TRIBUNA DO NORTE.

O entendimento do Comitê Científico sobre o lockdown é o mesmo da semana passada, mas passou por uma reavaliação nesta segunda-feira, 18, após o número de mortos em 24 horas superar as projeções realizadas semanalmente e a ocupação dos leitos chegar perto do total. Na semana passada, o pesquisador e cientista Ricardo Valentim, membro do Comitê Científico, afirmou que “o Governo já tem um decreto muito restritivo”. “Deve se trabalhar para cumprir o que está no decreto e o Estado já está trabalhando para isso. Se fizer o ‘lockdown’ e não houver melhora, qual seria o próximo passo?”, declarou.

Fonte: Tribuna do Norte

20 de maio de 2020 - 6:38h

MEC prorroga suspensão das aulas até 15 de junho em todo o Brasil

O Ministério da Educação decidiu prorrogar por mais 30 dias a suspensão das aulas presenciais em todo o país. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (13) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
A suspensão das aulas presenciais e autorização da substituição por aulas em meios digitais foram decretadas no dia 17 de março, inicialmente por apenas 30 dias.

Desde então, este é o segundo adiamento do prazo. No dia 15 de abril, em decorrência do agravamento da crise sanitária no Brasil, o MEC publicou uma portaria adiando o retorno do ensino presencial.

O novo prazo também é prorrogável, “a depender de orientação do Ministério da Saúde e dos órgãos de saúde estaduais, municipais e distrital”.

Fonte: Agora RN

15 de maio de 2020 - 7:21h

Nova parcela do auxílio emergencial começa a ser paga na segunda

(Brasília – DF, 25703/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro, durante coletiva de imprensa ao lado do Presidente do Banco Central Roberto Campos Neto, do Presidente da Caixa Pedro Guimarães e do Presidente do BNDES Gustavo Montezano. Foto: Marcos Corrêa/PR

A Caixa Econômica Federal começará a creditar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a partir da próxima segunda-feira (18), informou hoje (14) o presidente do banco estatal, Pedro Guimarães, durante a live semanal do presidente Jair Bolsonaro. O calendário de pagamento será detalhado em coletiva de imprensa amanhã (15), às 15 horas, no Palácio do Planalto.

“Nós começamos na segunda-feira. Amanhã, às 15h da tarde, eu e o ministro Onyx [Lorenzoni, da Cidadania] vamos dar todos os detalhes. Mas nós começamos na segunda e faremos toda a questão via mês de nascimento, exatamente para que nós tenhamos uma tranquilidade maior no pagamento. Amanhã a gente detalha”, antecipou Guimarães.

Ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas estão inscritas no programa, criado para garantir uma renda básica emergencial durante três meses, para o enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus. O benefício é pago para trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos do cadastro social do governo e no Bolsa Família.

Fonte: Agência Brasil

15 de maio de 2020 - 7:18h

Vereador de cidade do interior do RN é preso suspeito de contrabandear cigarros

Policiais Civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) prenderam em flagrante na tarde desta quinta-feira (14) um vereador do município de Serrinha dos Pintos, no interior do RN, suspeito de contrabandear cigarros. Macio Ferreira de Aquino, de 38 anos, conhecido como “Pato Choco”, foi preso em um condomínio de luxo no município de Parnamirim. Segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime.

De acordo com a Deicor, ele seria um dos maiores responsáveis pela distribuição ilegal de cigarros importados no Rio Grande do Norte.

A prisão aconteceu após os policiais civis encontrarem na manhã desta quinta-feira um galpão subterrâneo – embaixo de um campo de futebol de areia – na granja do vereador em Serrinha dos Pintos. No local, de 60 metros quadrados, havia 20 caixas de cigarros contrabandeados, avaliadas em mais de R$ 40 mil reais, além de munições calibre ponto 40.

A investigação teve início em março, quando um agência bancária na cidade de Antônio Martins foi alvo de ação de criminosos. A Deicor recebeu uma denúncia anônima de que alguns bandidos estavam escondidos na granja do vereador Pato Choco, que fica na zona rural de Serrinha dos Pintos.

Durante as investigações, os policiais descobriram que havia um galpão subterrâneo na granja, que eles acreditam que era usado para guardar grandes cargas de cigarros contrabandeados. Além disso, segundo a Polícia Civil, o espaço também servia para guardar armas de grosso calibre para ações criminosas.

Com Pato Choco, foram apreendidos dois veículos, sendo um deles avaliado em R$ 180 mil reais. O outro, a Polícia Civil acredita que servia para o transporte dos cigarros. O vereador Macio Ferreira de Aquino foi autuado em flagrante pelos crimes de contrabando e posse ilegal de munição de uso restrito.

Questionado pela reportagem da Inter TV Cabugi quando estava sendo levado para a Central de Flagrantes de Natal, o vereador não quis falar.

Fonte: G1 RN

15 de maio de 2020 - 7:16h

Ministério da Justiça anuncia mudança na superintendência da Polícia Federal no RN

O Ministério da Justiça anunciou nesta quinta-feira (14) a saída da superintendente da Polícia Federal do Rio Grande do Norte, Tânia Fogaça. Ela será a nova diretora-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

O Ministério não divulgou o nome de quem assume a superintendência da PF no RN.

O anúncio foi feito pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, durante uma videoconferência com secretários de Administração Penitenciária dos Estados e Distrito Federal.

Pelo menos cinco mudanças em superintendências estaduais da Polícia Federal já aconteceram desde a posse de André Mendonça como ministro da Justiça e a nomeação de Rolando Alexandre de Souza como novo diretor-geral da PF. As mudanças atingem: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Alagoas, Paraíba e Tocantins.

Fonte: G1 RN

15 de maio de 2020 - 7:14h

Auxílio emergencial poderá durar mais que três meses, diz secretário

Criado para aliviar a perda de renda da população afetada pela crise econômica gerada pela Covid-19, o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) poderá ser mantido após o fim da pandemia. A afirmação é do secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, que participou nesta segunda-feira (11) de transmissão ao vivo promovida pelo banco BTG Pactual.

Segundo Costa, o governo discute se o auxílio emergencial e outras medidas de socorro deverão durar os três meses inicialmente planejados ou se deverão ser desmontadas gradualmente, num processo de transição para um novo modelo econômico. “Não podemos virar a chave e desligar tudo de uma hora para outra”, disse, referindo-se à possibilidade de manutenção do benefício no segundo semestre deste ano.

Na avaliação do secretário, o auxílio emergencial é “extremamente liberal”, nos moldes do Imposto de Renda negativo, em que pessoas abaixo de determinado nível de renda recebem pagamentos suplementares do governo em vez de pagarem impostos.

Caso o benefício permaneça, Costa disse que o governo terá de estudar uma forma de financiá-lo e de mantê-lo. Segundo ele, o governo pode desmontar o auxílio emergencial gradualmente, conforme as medidas de recuperação econômica ou as reformas estruturais prometidas pelo governo antes da pandemia entrar em vigor.

O secretário ressaltou que a equipe econômica não estuda somente a continuidade do auxílio emergencial, mas de outras ações tomadas pelo governo. “Talvez alguns programas tenham vindo para ficar”, disse. Ele, no entanto, não detalhou quais programas poderiam permanecer além do benefício de R$ 600.

Costa indicou que medidas de apoio e de desoneração das empresas possam ser mantidas. Para ele, o “novo normal” da economia brasileira será um cenário com “menos ônus” sobre os empregadores.

Fonte: Agora RN

12 de maio de 2020 - 7:26h